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| Tira 165 (21.04.2006) |
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sexta-feira, 8 de abril de 2016
sexta-feira, 25 de março de 2016
TIRA 163
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| Tira 163 (07.04.2006) |
Dormir a sesta: dormir depois do almoço ou ao meio-dia
Do latim "sexta" (hora do dia romano equivalente às actuais doze ou ao meio-dia)
Noutros tempos, dormir a sesta era um hábito saudável praticado com frequência.
No Alentejo, o rigoroso clima - com temperaturas bastante altas durante o Verão - fez com que a sesta se tornasse quase obrigatória.
Até mesmo durante a aceifa, um dos trabalhos do campo mais duros e exigentes, os trabalhadores rurais (que laboravam desde que o Sol nascia até que desaparecesse no horizonte) podiam dormir uma pequena sesta, após o almoço, para fugir às horas de maior calor e recomeçarem o trabalho com mais forças e, consequentemente, serem mais produtivos.
Os tempos mudaram. A sesta caiu em desuso.
O progresso trouxe com ele formas de aligeirar o trabalho físico, é verdade, mas em compensação, o trabalho mental aumentou, com o aparecimento do computador.
Sem horas de sono suficientes, a "produtividade"... zzzzzzz... acaba, inevitavelmente, por ser afectada... zzz... mesmo trabalhando... zzzzzz... o dia todo sentado... zzzzzzzzzzzzzzz
sexta-feira, 18 de março de 2016
TIRA 162
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| Tira 162 (31.03.2006) |
Não sabemos até que ponto este serviço obteve sucesso, até porque dá a ideia que não difere muito das caixas de correio electrónico "normais" que quase todos nós temos...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
TIRA 155
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| Tira 155 (10.02.2006) |
Com o tempo, a sua fisionomia levaria ainda alguns "retoques". O cabelo e o queixo haveriam de crescer um pouco mais.
O que sempre se manteve foi o avental. Embora a maior parte dos taberneiros alentejanos que conheço nunca usem avental...
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
TIRA 153
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| Tira 153 (27.06.2006) |
De vez em quando, o Luís Afonso adiantava alguns argumentos (ou porque tinha necessidade de se concentrar noutros trabalhos, ou porque lhe surgiam duas ou três ideias ao mesmo tempo) e enviava-mos todos na mesma semana. Assim eu tinha mais tempo, também, para desenhar as tiras.
Num ou noutro caso - raros é certo -, esses argumentos tiveram como base um mesmo tema, tornando-se, assim, o "RIbanho" numa espécie de banda desenhada com tiras em continuação, que podiam ser lidas todas as semanas como se de uma mesma história se tratasse.
sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
TIRA 152
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| Tira 152 (20.06.2006) |
A taberna oferecia-nos a oportunidade de incluir além de um novo cenário, novos temas e novos personagens, o que é sempre bom para refrescar uma série de tiras como "RIbanho".
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
TIRA 150
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| Tira 150 (06.01.2006) |
O tema? O mísero aumento que as reformas sofreram nesse ano.
É penoso verificar que, dez anos depois, a tira continua actualisadíssima. E, sem grande margem de erro, atrevemo-nos a prognosticar que, daqui por outros dez anos, as coisas continuarão na mesma...
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
TIRA 149
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| Tira 149 (30.12.2005) |
Há cerca de um mês atrás, quando postámos a tira 145, falámos deste assunto mas, nessa altura, não sabíamos se, de facto, a prova se realizara nestes moldes ou não. Realizou sim, podemos assegurar hoje! Graças aos esclarecimentos do nosso amigo Finha, grande especialista nestas coisas dos desportos motorizados. Um abraço para ele!
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
TIRA 148
sexta-feira, 13 de novembro de 2015
TIRA 147
sexta-feira, 6 de novembro de 2015
TIRA 146
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
TIRA 145
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| Tira 145 (02.12.2005) |
Francamente, já não me lembrava do assunto a que a tira 145 se refere.
Fiz uma pesquisa e descobri isto . Mesmo assim, não me recordo se esta ideia do Rali Dakar passar pelo Alentejo acabou por ir para a frente ou não. De qualquer modo, creio que a piada é perfeitamente compreensível, mesmo para aqueles que, como nós, não acompanham com regularidade os desportos motorizados.
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
TIRA 143
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| Tira 143 (18.11.2005) |
Ainda que tenhamos dúvidas que a solução encontrada pelo protagonista de "RIbanho" fosse a mais correcta, eis a prova em como o alentejano (tal como o português em geral) se "desenrasca" quase sempre para tentar resolver os seus problemas ou conseguir os seus objectivos. Nesse aspecto, somos mestres e não recebemos lições de ninguém :)
sexta-feira, 25 de setembro de 2015
TIRA 142
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| Tira 142 (11.11.2005) |
"Uma marina, três campos de golfe com três grandes unidades hoteleiras, mais de 150 quilómetros de frente de lago, praias artificiais com água cristalina e ainda uma Ilha do Tesouro de "elevadíssima qualidade, destinada a crianças, onde não faltarão galeões e cavernas". Estes são os principais condimentos do projecto que José Roquette está prestes a iniciar numa área de 2.500 hectares na barragem de Alqueva. "Se todas as licenças estivessem atribuídas, começava já hoje", diz Roquette.
"É a primeira vez que falo neste projecto e não o poderia ter feito antes porque, em termos imobiliários, isso seria bastante imprudente para mim, devido à pressão que iria provocar no preço dos terrenos locais", comenta Roquette, adiantando que, mesmo assim, "o investimento total final vai ultrapassar os mil milhões de euros". Há ainda outra "nota" prévia que o empresário faz questão de esclarecer: o grupo de Belmiro de Azevedo não tem nenhuma ligação ao Parque Alqueva. "Não tenho quaisquer projectos em conjunto com o engenheiro Belmiro de Azevedo relacionados com o empreendimento do Parque Alqueva, nem há perspectivas de eu entrar no projecto que ele tem para Tróia. Tenho o melhor dos relacionamentos com ele, mas mantemos a nossa actividade separada", esclarece.
Mas, ainda há outra ordem de razões que separa os dois empresários na zona de Alqueva. José Roquette considera que uma das suas preocupações no Parque é de natureza ambiental, consagrando soluções de despoluição da água. Belmiro de Azevedo, por seu turno, tem-se interessado por projectos de cariz industrial para a zona, designadamente numa fábrica no Guadiana.
Uma das soluções do Parque Alqueva para salvaguardar zonas de água límpida depende do desenvolvimento de um plano de areias, "a transportar para zonas que possam fechar lagos, onde serão criadas praias artificiais com água em excelentes condições de utilização", refere.
De resto, adianta que os master-plans do Parque Alqueva são "do melhor que existe a nível mundial em termos de resorts de qualidade". Tal como os campos de golfe, este projectos são da autoria de equipas norte-americanas. O BPI lidera o consórcio bancário financiador.
Quanto ao cronograma do projecto, os seus licenciamentos deverão estar todos atribuídos até ao final de 2005, a construção da infra-estruturas de base poderá começar em 2006 – toda a electrificação, rede viária, águas e esgotos - e a comercialização deverá arrancar no final de 2007. Quanto aos transportes relevantes para o Parque Alqueva, Roquette tem fé em duas componentes: a abertura do aeroporto de Beja ao tráfego civil e a passagem do TGV por Évora".
(in "Diário do Alentejo")
O Parque Alqueva era mais um projecto de desenvolvimento para o Alentejo, que prometia ter tudo para dar certo, mas que acabou por ficar na gaveta, à espera do Aeroporto de Beja e do TGV... A má sina persegue esta região, invariavelmente...
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
TIRA 140
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| Tira 140 (28.10.2005) |
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
TIRA 139
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
TIRA 137
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| Tira 137 (07.10.05) |
Contudo, a sua principal característica é ter sido a única tira onde o Pastor assobiou em toda a série, o que não deixa de ser intrigante, atendendo a que se trata precisamente de... um pastor.
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
TIRA 135
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| Tira 135 (23.09.05) |
"A Planície", #826-827 (1 e 15 de Agosto de 2015)
Está tudo dito...
sexta-feira, 10 de julho de 2015
sexta-feira, 3 de julho de 2015
TIRA 131
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