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| Tira 070 (18.06.2004) |
Ao fim de setenta episódios, o pastor despiu, por fim, o pelico! O que não admira, uma vez que o assunto era sol e calor e a tira foi publicada em pleno Verão alentejano...
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| Tira 069 (04.06.2004) |
Os portugueses são conhecidos por ser um povo "desenrascado". Nesse aspecto, o Alentejo não é diferente e, quando a água abunda, é fácil improvisar uma praia... :)
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| Tira 068 (28.05.2004) |
Numa altura em que cada vez mais se vive num mundo virtual (com redes sociais onde se coleccionam "amigos" aos milhares, deixando para segundo ou terceiro plano as relações verdadeiramente pessoais) os grandes projectos de desenvolvimento do Alentejo estarão condenados a ser classificados com um simples "gosto"?...
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| Tira 067 (21.05.2004) |
"Não posso continuar a viver aqui?"
Raio do pastor, sempre cheio de caprichos! Mas que mal é que fará o pessoal emigrar durante uns bons anitos? É que não estou mesmo a ver qual é o problema...
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| Tira 066 (14.05.2004) |
A lógica a que o pastor se refere deve ser a mesma que explica porque é que um país, onde os trabalhadores auferem cada vez ordenados mais baixos e menos regalias, tem também políticos e administradores de empresas tão bem pagos...
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| Tira 065 (07.05.2004) |
Com ou sem "nuvens", continua a ser complicado para os aviões pousarem ali...
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| Tira 064 (30.04.2004) |
O "compadri" (cujo aparecimento ocorreu na tira 003) tinha, como função principal, a introdução das piadas, que depois o pastor rematava, de maneira mais ou menos sarcástica, na última vinheta. Essa função foi também interpretada por outros personagens (a mulher do pastor, os jornalistas, os turistas...) e, em alguns casos, através de um pequeno transistor, de forma a que a série não se tornasse repetitiva.
Esta tira é um bom exemplo disso.